{"id":934,"date":"2019-10-16T19:50:03","date_gmt":"2019-10-16T22:50:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/?p=934"},"modified":"2021-03-05T16:51:00","modified_gmt":"2021-03-05T19:51:00","slug":"supermercado-deve-indenizar-cliente-que-sofreu-choque-eletrico-ao-pagar-produto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/2019\/10\/16\/supermercado-deve-indenizar-cliente-que-sofreu-choque-eletrico-ao-pagar-produto\/","title":{"rendered":"Supermercado deve indenizar cliente que sofreu choque el\u00e9trico ao pagar produto."},"content":{"rendered":"<p>[img]https:\/\/www.tjce.jus.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/red-9.jpg[\/img] <\/p>\n<p>A 4\u00aa C\u00e2mara de Direito Privado do Tribunal de Justi\u00e7a do Cear\u00e1 manteve, decis\u00e3o condenat\u00f3ria, destinada a uma rede comercial de alimentos, devido \u00e0 descarga el\u00e9trica que consumidora sofreu ao realizar a retirada de um dos produtos do refrigerador. Em rela\u00e7\u00e3o aos preju\u00edzos materiais a empresa deve realizar o pagamento de R$370,00, cominados com R$8 mil, a t\u00edtulo de danos morais.<\/p>\n<p>Segundo os autos ao levar o choque a consumidora bateu a cabe\u00e7a em uma prateleira de madeira, al\u00e9m da dor sofreu um enorme constrangimento moral. A autora alegou que nenhum funcion\u00e1rio do estabelecimento se prontificou para ajud\u00e1-la ou fornecer socorro.<\/p>\n<p>Na contesta\u00e7\u00e3o, a empresa r\u00e9 argumentou a falta de comprova\u00e7\u00e3o do acontecimento e a inexist\u00eancia de dano, direcionando a responsabilidade objetiva para a concessionaria de fornecimento de energia el\u00e9trica.<\/p>\n<p>Nesse sentindo a 3\u00aa Vara C\u00edvel da Comarca de Fortaleza condenou a empresa a pagar R$ 370,00 e R$ 8 mil, respectivamente, pelos preju\u00edzos<br \/>\nmateriais e morais, contudo, ambas as partes n\u00e3o se conformaram com a decis\u00e3o e entraram com o recurso no TJCE. A empresa alegou novamente a exist\u00eancia do dano e a aus\u00eancia de responsabilidade civil, alegou ainda, valor excessivo da repara\u00e7\u00e3o moral. J\u00e1 a consumidora solicitou o aumento da quantia pelos preju\u00edzos morais.<\/p>\n<p>Ao julgar a apela\u00e7\u00e3o, a 4\u00aa C\u00e2mara de Direito Privado manteve a decis\u00e3o anterior seguindo o mesmo do relator do caso, desembargador Raimundo Nonato Silva Santos. \u201cNo \u00e2mbito das rela\u00e7\u00f5es consumeristas, a responsabilidade civil \u00e9 objetiva, independendo da comprova\u00e7\u00e3o de dolo ou culpa do fornecedor. Assim, basta a comprova\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o, do nexo de causalidade e do dano para que se reconhe\u00e7a o dever do fornecedor de reparar o dano causado\u201d.<\/p>\n<p>Segundo o relator, \u201c\u00e9 fato incontroverso que a autora, na qualidade de consumidora, sofreu um choque el\u00e9trico enquanto fazia compras nas depend\u00eancias do Supermercado Lagoa\u201d.<\/p>\n<p>Fonte: TJCE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A 4\u00aa C\u00e2mara de Direito Privado do Tribunal de Justi\u00e7a do Cear\u00e1 manteve, decis\u00e3o condenat\u00f3ria, destinada a uma rede comercial de alimentos, devido \u00e0 descarga el\u00e9trica que consumidora sofreu ao realizar a retirada de um dos produtos do refrigerador. 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