{"id":878,"date":"2019-10-16T19:49:58","date_gmt":"2019-10-16T22:49:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/?p=878"},"modified":"2021-03-05T16:51:04","modified_gmt":"2021-03-05T19:51:04","slug":"consultora-de-credito-indenizara-por-protesto-indevido","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/2019\/10\/16\/consultora-de-credito-indenizara-por-protesto-indevido\/","title":{"rendered":"Consultora de cr\u00e9dito indenizar\u00e1 por protesto indevido"},"content":{"rendered":"<p>Dano moral por falta de checagem foi avaliado em R$ 12 mil<\/p>\n<p>A Prix Empresarial Ltda., voltada para a presta\u00e7\u00e3o de consultoria de cr\u00e9dito, foi condenada a pagar \u00e0 Guanaupe Guanh\u00e3es Autom\u00f3veis e Pe\u00e7as Ltda. indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais.  A 12\u00aa C\u00e2mara C\u00edvel do Tribunal de Justi\u00e7a de Minas Gerais (TJMG) reconheceu que a consultora de cr\u00e9dito falhou ao informar a clientes, erroneamente, que a revendedora e loja de acess\u00f3rios estava inscrita nos cadastros restritivos.<\/p>\n<p> [img]http:\/\/www.tjmg.jus.br\/data\/files\/1A\/A7\/E1\/99\/9EA57610BE665576B04E08A8\/financas%20noticia.jpg[\/img]<br \/>\nEmpresa foi considerada, erroneamente, endividada<\/p>\n<p>A decis\u00e3o mant\u00e9m senten\u00e7a da ju\u00edza Aline Damasceno Pereira de Sena, da comarca de Guanh\u00e3es, que determinou o cancelamento dos protestos e fixou a quantia devida pelos danos causados em R$ 12 mil. No entendimento da Justi\u00e7a, ficou demonstrado que foi emitido um t\u00edtulo sem lastro, isto \u00e9, um documento atestando que havia uma d\u00edvida a qual, na realidade, n\u00e3o existia.<\/p>\n<p>A Prix Empresarial recorreu, alegando que n\u00e3o poderia figurar na demanda judicial, pois atuou como mera empresa interveniente, apenas checando os t\u00edtulos e comunicando seus clientes sobre a cess\u00e3o de cr\u00e9dito. Segundo a consultora, quem enviou o t\u00edtulo para protesto foi o Fundo de Investimento em Direito Cr\u00e9dito N\u00e3o Padronizado Multissetorial M\u00faltiplo (FIDC).<\/p>\n<p>De acordo com o relator, desembargador Domingos Coelho, foi a Prix Empresarial que notificou a Guanaupe acerca da cess\u00e3o de t\u00edtulos, informando que comprou uma duplicata no valor de R$ 3.850 de titularidade de uma terceira empresa.<\/p>\n<p>O magistrado considerou que, na qualidade de interveniente, a Prix, mesmo n\u00e3o protestando o d\u00e9bito, uma vez que se apresentou \u00e0 suposta devedora como adquirente do t\u00edtulo em quest\u00e3o, dever\u00e1 ser responsabilizada pelos preju\u00edzos advindos do protesto indevido. O relator acrescentou que a tarefa de checar a validade dos t\u00edtulos cedidos competia \u00e0 Prix e constava do contrato dela com a FIDC. \u201cNo caso em espeque, o t\u00edtulo foi enviado a protesto sem que houvesse lastro, logo, ressai cristalina a responsabilidade da apelante que, ap\u00f3s auferir o referido documento, o admitiu como h\u00e1bil a amparar a inadimpl\u00eancia da autora\u201d, afirmou, destacando o preju\u00edzo \u00e0 boa imagem da Guanaupe.<\/p>\n<p>Os desembargadores Jos\u00e9 Fl\u00e1vio de Almeida e Jos\u00e9 Augusto Louren\u00e7o dos Santos acompanharam o relator. Acesse o ac\u00f3rd\u00e3o e a movimenta\u00e7\u00e3o processual.<\/p>\n<p>Fonte: TJMG<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dano moral por falta de checagem foi avaliado em R$ 12 mil<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[97,121,35,51,2],"tags":[266,267,122,103,48,3],"class_list":["post-878","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-direito-civil","category-direito-criminal","category-direito-de-familia","category-direito-do-consumidor","category-direito-imobiliario","tag-advogado","tag-direito-civil","tag-direito-criminal","tag-direito-de-familia","tag-direito-do-consumidor","tag-direito-imobiliario"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/878","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=878"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/878\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1516,"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/878\/revisions\/1516"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=878"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=878"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=878"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}