{"id":826,"date":"2018-05-10T00:00:00","date_gmt":"2018-05-10T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/2018\/05\/10\/empresa-aerea-indenizara-advogado-forcado-a-sair-de-aviao-apos-confusao-com-assentos\/"},"modified":"2018-05-10T00:00:00","modified_gmt":"2018-05-10T03:00:00","slug":"empresa-aerea-indenizara-advogado-forcado-a-sair-de-aviao-apos-confusao-com-assentos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/2018\/05\/10\/empresa-aerea-indenizara-advogado-forcado-a-sair-de-aviao-apos-confusao-com-assentos\/","title":{"rendered":"Empresa a\u00e9rea indenizar\u00e1 advogado for\u00e7ado a sair de avi\u00e3o ap\u00f3s confus\u00e3o com assentos"},"content":{"rendered":"<p>A 2\u00aa C\u00e2mara de Direito P\u00fablico do TJ confirmou senten\u00e7a de comarca da regi\u00e3o do Vale do Itaja\u00ed que condenou companhia a\u00e9rea a indenizar por danos morais, no valor de R$ 40 mil, passageiro retirado compulsoriamente e de forma indevida do interior de aeronave.<\/p>\n<p>O autor relatou que \u00e9 advogado e, \u00e0 \u00e9poca dos fatos, ocupava cargo na Ordem dos Advogados do Brasil &#8211; OAB, raz\u00e3o pela qual se deslocava frequentemente a Bras\u00edlia para participar de reuni\u00f5es de trabalho. Alegou, ainda, que sempre viajava pela empresa r\u00e9 e era de seu costume adquirir o chamado &#8220;assento conforto&#8221;, que oferece mais espa\u00e7o para as pernas. Explicou que no dia do ocorrido a companhia a\u00e9rea efetuou a jun\u00e7\u00e3o de dois voos e ele n\u00e3o conseguiu sentar na poltrona reservada porque j\u00e1 havia um passageiro no lugar.<\/p>\n<p>Ao tentar argumentar com a comiss\u00e1ria de bordo, esta teria dito de forma grosseira que os assentos estavam liberados e que n\u00e3o seriam abertas exce\u00e7\u00f5es. Ato cont\u00ednuo, dois agentes da pol\u00edcia federal entraram no avi\u00e3o, parado na pista, e for\u00e7aram o autor a se retirar conforme ordens do piloto. A empresa, em sua defesa, garantiu que n\u00e3o houve ato il\u00edcito, visto que o motivo pelo qual o passageiro foi impedido de sentar-se no assento conforto foi o fato dele estar ocupado por pessoa com necessidades especiais, de acordo com as instru\u00e7\u00f5es da Anac.<\/p>\n<p>A retirada da aeronave, acrescentou, foi necess\u00e1ria devido \u00e0 postura agressiva e intransigente do autor em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 situa\u00e7\u00e3o. Para o desembargador Francisco Oliveira Neto, relator da mat\u00e9ria, ap\u00f3s an\u00e1lise das provas juntadas aos autos, ficou demonstrado que o autor foi retirado compulsoriamente e de forma indevida da aeronave por policiais federais, na frente de todos os passageiros. &#8220;Logo, \u00e9 evidente que o ocorrido causou dano moral ao autor, ensejando afli\u00e7\u00f5es e ang\u00fastias que ultrapassaram situa\u00e7\u00f5es que podem ocorrer no cotidiano&#8221;, concluiu. A decis\u00e3o foi un\u00e2nime (Apela\u00e7\u00e3o C\u00edvel n. 0002124-28.2012.8.24.0054 ).<\/p>\n<p> [img]https:\/\/portal.tjsc.jus.br\/image\/journal\/article?img_id=3961186&#038;t=1538758228683[\/img] <\/p>\n<p>Fonte: TJSC<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A 2\u00aa C\u00e2mara de Direito P\u00fablico do TJ confirmou senten\u00e7a de comarca da regi\u00e3o do Vale do Itaja\u00ed que condenou companhia a\u00e9rea a indenizar por danos morais, no valor de R$ 40 mil, passageiro retirado compulsoriamente e de forma indevida do interior de aeronave.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-826","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/826","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=826"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/826\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=826"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=826"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=826"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}