{"id":791,"date":"2018-11-09T00:00:00","date_gmt":"2018-11-09T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/2018\/11\/09\/banco-tera-que-ressarcir-empresa-vitima-de-golpe\/"},"modified":"2018-11-09T00:00:00","modified_gmt":"2018-11-09T03:00:00","slug":"banco-tera-que-ressarcir-empresa-vitima-de-golpe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/2018\/11\/09\/banco-tera-que-ressarcir-empresa-vitima-de-golpe\/","title":{"rendered":"Banco ter\u00e1 que ressarcir empresa v\u00edtima de golpe"},"content":{"rendered":"<p>[img]https:\/\/api.tjsp.jus.br\/Handlers\/Handler\/Imagem.ashx?src=96158&#038;length=563&#038;fix=width[\/img] <\/p>\n<p>Fraude se deu por telefone e internet.<\/p>\n<p>        A 6\u00aa Vara C\u00edvel da Comarca de Sorocaba, por decis\u00e3o do juiz Diogo Corr\u00eaa de Morais Aguiar, condenou banco privado a ressarcir empresa correntista no valor de R$ 71.486,72, mais multa e corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria, por dano material em virtude de fraude praticada via telefone e internet. De acordo com os autos, mesmo n\u00e3o sendo informados quaisquer dados de acesso \u00e0 conta, o fraudador j\u00e1 possu\u00eda alguns, driblando a seguran\u00e7a banc\u00e1ria.<\/p>\n<p>        O golpe teve in\u00edcio em liga\u00e7\u00e3o telef\u00f4nica de pessoa que se identificou como sendo de uma central de preven\u00e7\u00e3o de fraudes da institui\u00e7\u00e3o financeira. O suposto funcion\u00e1rio solicitou que o administrador da empresa realizasse, atrav\u00e9s de site id\u00eantico ao original do banco, a inser\u00e7\u00e3o da senha do token para desbloquear a conta da companhia. Na realidade, o procedimento resultou na subtra\u00e7\u00e3o indevida de valores. O fraudador encontrava-se dentro da conta corrente da v\u00edtima no momento do contato, ou seja, j\u00e1 estava de posse outras senhas, s\u00f3 necessitando do token.<\/p>\n<p>        \u201cV\u00ea-se, portanto, que o sistema de seguran\u00e7a adotado pela institui\u00e7\u00e3o financeira n\u00e3o foi capaz de impedir a a\u00e7\u00e3o de fals\u00e1rios que, de posse de dados sigilosos do usu\u00e1rio, conseguiu, na etapa final da opera\u00e7\u00e3o pela internet, enganar o cliente e, assim, subtrair-lhe o dinheiro que tinha em dep\u00f3sito\u201d, afirmou o magistrado em sua decis\u00e3o.<\/p>\n<p>        A institui\u00e7\u00e3o financeira alega que fraude ocorreu por culpa exclusiva do correntista, j\u00e1 que forneceu dados sigilosos por telefone e acessou site falso. Para o juiz, no entanto, o argumento \u201cn\u00e3o ficou minimamente demonstrado; pelo contr\u00e1rio, h\u00e1 prova de que at\u00e9 determinada etapa do procedimento o fals\u00e1rio j\u00e1 detinha dados do usu\u00e1rio\u201d.<\/p>\n<p>        \u201cO banco lucra com sua atividade, devendo cercar-se de sistemas de seguran\u00e7a que impe\u00e7am os danos aos seus clientes, inclusive com verifica\u00e7\u00e3o e provid\u00eancias relacionadas a sites que utilizam seu nome, como no caso em quest\u00e3o, especialmente porque o uso indevido de dados e meios eletr\u00f4nicos \u00e9 pr\u00e1tica previs\u00edvel, inexistente, portanto, circunst\u00e2ncia de excludente de responsabilidade, pois n\u00e3o houve culpa exclusiva da v\u00edtima\u201d, concluiu. Cabe recurso da decis\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte: TJSP<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fraude se deu por telefone e internet.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-791","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/791","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=791"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/791\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=791"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=791"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.abn.adv.br\/noticiasjuridicas\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=791"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}